sábado, 26 de julho de 2008

EM CASA...


EM CASA... 25 de Julho de 2008

"É BOM ESTAR EM CASA"

Saí de Talagante as 3h 45 da madrugada e chegamos (eu, Glória e Ciro - da Bolívia) no aeroporto de Santiago as 4h 20.
O Nono nos deixou lá e logo voltou. O Nono é o Marido da Míriam e pai da Belém e da Catarina. Catarina faz parte da coordenação nacional das crianças/adolescente e estava também como delegada e trabalhando junto com a comissão latino americana de crianças e adolescentes. Nono e Míriam estão no MOANI a muitos anos. Ví uma fotografia quando estavam eles estavam solteiros. Nessa fotografia também estava a mãe de Andréia (do MAC de Recife, quando eram solteiros, acho que nos anos 80.

Cheguei as 11h30 em São Paulo. Peguei a conexão para Brasília as 14h50, chegando as 16h 30.
Graças a Deus chegeui bem.
Mas, fiquei um pouco triste porque joguei as sementes coreanas, que ganhei na celebração final. Joguei porque um documento que recebemos dentro do avião, vindo para o Brasil, falava que era proibido trazer sementes. Não gostaria de pagar multa novamente, como aconteceu ao chegar em Santiago.

Estou ana casa de um conhecido em Brasilia e amanhã vou para Goiânia e segunda, bem cedinho, iremos para Itaberaí participar da VI Escola Bíblica Diocesana de Crianças e Adolescentes. Quinta ao terminar a VI Escola, volto novamente para Brasilia para participar da III Etapa da Escola Bíblica de Crianças e Adolescentes de Samambaia- DF. Só chegarei mesmo em casa dia 4 de agosto. E nessa mesma semana tenho que mudar para outra cidade vizinha: Itaguarú.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

DÉCIMO QUARTO DIA - 24 julho


24 de julho – DÉCIMO QUARTO DIA


Iniciamos às 10h 20 com a oração animada pelo Haiti, Canadá e Martinica.
Durante os informes das partidas e alojamentos após o dia 25 a delegada do Egito questionou que as despesas de alojamento e táxi deve ser o MIDADEN que pague e não os próprios delegados. Apareceu uma certa tensão. Olivier pediu que se recordassem o que diziam as cartas enviadas para os delegados. Acho que é reflexo das eleições e tensões de ontem.
Em seguida o padre Juan Carlos comunica como seria a missa de encerramento. Distribui-se também uma ficha/questionário de avaliação. Também foi entregue um CD com textos, o Plano de Ação e o endereço dos participantes do Encontro.
A missa de encerramento se realizou às 11h 40 na capela do Centro de Formação Padre Claret. As partes da missa foram animadas por línguas diferentes. Acho que foi quase duas horas de missa. E oficialmente o Encontro foi encerrado...
A tarde começa a sair algumas delegações.
Para os que vão dormir a noite aqui, ainda terá uma festa de despedida. Acho que vou participar da festa e nem dormir, visto que os primeiros a partir do aeroporto de Santiago serão às 6h da manhã, devendo está lá as 4h, sendo assim, o mais tardar sairemos daqui as 2h 40 da manhã.
Eu viajo as 7h da manhã. São 4 horas de viaje, portanto chego em São Paulo as 11h e pego o outro avião para Brasília as 14h. Confesso que estou com saudade do “frio do Centro-Oeste brasileiro”, é menor que o frio daqui.

DÉCIMO TERCEIRO DIA - 23 julho


23 de julho - DÉCIMO TERCEIRO DIA

Da direita para a esquerda: Presidente - MEI; VICES-PRESIDENTES: Luíse, Romualdo, Cláudia.

Depois de todos esses dias hoje fiz a barba.
O trabalho da manhã foi a apresentação das regiões sobre as reações que tiveram em relação ao Plano de Ação e das propostas da comissão “futuro do MIDADEN”. As reações eram muito mais o “como” as regiões iriam implantar o Plano de Ação e as propostas para manter o MIDADEN.
Depois da exposição de cada região tivemos uma pausa de meia hora, enquanto terminava a tradução e fotocópias dos documentos finais. Essa pausa serviu também para que os movimentos pagassem suas cotizações. Como nós do Brasil, compramos as passagens com nosso dinheiro para ser reembolsados aqui, demorou um pouco, já que a equipe de finanças precisava também descontar o dinheiro da cotização (200 dólares por 4 anos) e do aporte para esse encontro mundial (100 dólares). Nesse momento entregamos o documento que nos comprometíamos com a cotização anual de 100 dólares e com a contribuição das crianças (1 dólar de cada crianças/adolescentes e acompanhantes, por ano) ao MIDADEN internacional. Penso que essa pausa tinha como objetivo maior o pagamento das cotizações, já que, após tantos pedidos no microfone, a metade dos movimentos ainda não tinham pago.
Depois da pausa, Olivier (coordenador internacional) apresentou uma mudança na programação devido a não conclusão das fotocópias e devido toda a delegação do Oceano Índico precisar viajar amanhã às 11h, todas as eleições precisariam acontecer hoje. Para isso, os movimentos observadores que pedem, nesse encontro, a adesão para tornarem-se membro oficial do MIDADEN, se apresentaram antes do almoço: KIZITO (República Democrática do Congo), o CV/AV – Corações Valentes e Almas Valentes (Nigéria) e o CV/AV – Corações Valentes e Almas Valentes (Ação Católica de Crianças de Martinica - uma pequena ilha localizada nas Antilhas).

A tarde, depois de muita espera (a secretaria fotocopiando alguns documentos), iniciamos as votações. Antes da janta, votamos o Plano de Ação, as adesões dos movimentos que se apresentaram na parte da manhã e a constatação da não mais existência de alguns movimentos: México, Colômbia, Japão, Malásia e Singapura. Votamos também para presidente do MIDADEN. Resultado: os três países que pediram adesão foram aceitos; os países que se constatou a não mais existência do MIDADEN foram excluído; e um empate técnico entre Mei e Mathias (Mei obteve 15 votos e Mathias 16). Devido a esse empate técnico os estatutos indicam um segundo turno, e se o resultado continuar no segundo turno, saímos do encontro mundial sem presidente. A comissão das eleições suspendeu a sessão para irmos jantar e conversarmos uns com os outros. Porém, nesse intervalo do jantar não se via ninguém falando a respeito. Parecia que ninguém iria mudar o voto e pareia que ninguém queria convencer os demais a mudar seu voto.
Ao regressarmos a sessão de votação, para o segundo turno de presidente e para elegermos também os vice-presidentes, a comissão das eleições pediu para os dois candidatos a presidência pudesse dar uma palavra. Mathias foi o primeiro, e para a surpresa de todos, ele retira sua candidatura. Houve reação da delegada do Egito, perguntando se ele foi pressionado para tomar essa decisão. Ele disse que não e que retirou a candidatura para a continuação do MIDADEN e porque já faz muito tempo que o Movimento não tem uma mulher na presidência. O segundo turno aconteceu sem a candidatura do Mathias. Alguns se abstiveram e outros votaram contra. Contudo, Mei foi eleita a nova presidente do MIDADEN.
Quanto a eleição dos vice-presidentes, foram eleitos 3 mulheres e um homem. Claudia (Bolívia) e Luise (Canadá) foram eleitas no primeiro turno. Romualdo (África) e Clér (Líbano) só foram eleitos no segundo turno.
Não aconteceu a segunda noite cultural na América Latina, como estava previsto, devido às eleições terem se prolongado muito. Mas, foram abertas champanhas para comemorar as eleições.
Quanto tinha acabado de tomar banho para dormir, chega Dona Rita dizendo que ia ter reunião. Fui com a roupa de dormir. No entanto, não era bem uma reunião e sim uma partilha informal de acontecimentos do encontro. Deitei finalmente às 12h.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

DÉCIMO SEGUNDO DIA - 22 julho


22 de julho – DÉCIMO SEGUNDO DIA

Acordei às 7h 30 com o despertador do Jonathan. Ele levantou mais cedo para ir a Santiago com a comissão de adolescentes/crianças. Foi juntamente com um africano (Afonso) e com a Lúcia (Coréia do Sul). Foram ao Palácio da Moneda se encontrar com o secretário geral da presidente do país Michelle Bachelet. Foram com suas roupas típicas.
Pela manhã foi apresentado mais um resultado das discussões e trabalhos em grupos do dia anterior, tanto da comissão para o Futuro do MIDADEN como do Plano de Ação para os anos 2008-2014. Fomos para os grupos reagir em relação ao Plano de Ação que se apresentavam em 4 pontos:

1 – Consolidar e viver juntos e conhecer as diversidades como riquezas.
2 – Defender os direitos das crianças
3 – Participação e protagonismo das crianças/adolescentes
4 – Reforçar as possibilidades de ação do MIDADEN

Voltamos à tarde para o plenário e discutimos cada ponto acrescentado nos grupos. As “boas” propostas do meu grupo não foram discutidas porque o secretário não entregou com antecedência para a secretaria geral do encontro. Ele (o Júlio da África – Congo) saiu (disse que tinha ido à farmácia) e chegou atrasado, no final das discussões. Essas discussões foram demasiadas debatidas.

Depois do cefézinho da tarde, trabalhamos por região. Reagimos sobre o Plano de Ação e sobre as proposições da comissão do “futuro do MIDADEN”.
Reagimos para voltar ao texto a proposta de um Encontro Mundial de Crianças, que na terceira versão tinha desaparecido devido as reações contra das outras regiões. E não aceitamos que a sugestão dada sobre os encontros regionais de crianças sejam a cada 6 anos, pois, na nossa região já tinha convencionado de ser a cada 2 ou 3 anos. Trabalhamos além do previsto, extrapolando o horário. Quando trabalhávamos vieram nos chamar para a missa. Não querendo interromper nossos trabalhos, somente alguns de nós foram a missa (representando os demais).
Não houve a segunda noite cultural da África, como estava previsto. A noite foi consagrada a apresentação dos candidatos a presidência e a vice-presidência do MIDADEN. Dois são os candidatos a presidência: uma da Suíça (Mei – costureira e pedagoga de formação) e um da República Centro Africana (Matias – advogado de formação e profissão). Os dois apresentaram suas vidas pessoais e suas vidas no Movimento. Os dois já tem 5 anos na vice-presidência. Houve algumas perguntas para os candidatos. Minha pergunta foi: estamos mudando o tempo dos encontros internacionais de, a cada 4 anos para a cada 6 anos, consequentemente muda o tempo da Equipe Internacional para 6 anos (com direito a reeleição). O que acham da reeleição da equipe internacional, somando assim 12 anos de gestão? A Mei falou que não está de acordo e o Matias disse “que na Igreja é diferente das eleições e gestões da sociedade. No MIDADEN temos que partilhar”. O que assimilei da resposta do Matias foi a sua “ambigüidade” e “não clareza” da resposta, além disso, ao dizer que a as eleições e gestões dentro da Igreja é diferente da sociedade é achar que a Igreja é totalmente imaculada das realidades da sociedade, ou melhor, totalmente correta.
Quanto aos vice-presidentes foram apresentados 8, mas 4 retiraram suas candidaturas.
Após, ainda fomos trabalhar uns 40 minutos por região para pensar um pouco o III Encontro latino de crianças e adolescentes, que acontecerá no Brasil. A decisão é que não será em janeiro de 2009 como tínhamos pensado. Antes do término do encontro internacional nos reunir para dar outros encaminhamentos sobre o III Encontro no Brasil.

terça-feira, 22 de julho de 2008

DÉCIMO PRIMEIRO DIA - 21 julho


21 de julho de 2008 – Décimo Primeiro Dia


O grupo que estava trabalhando paralelamente sobre o Futuro do MIDADEN, apresentou suas conclusões para a assembléia reagir e acrescentar propostas.
A equipe apresentou alguns pontos, que acharam essenciais para o futuro do MIDADEN:
1 – Site
2 - Revista: crianças em movimento
3 – Encontro Regional de Crianças e de acompanhantes
4 – Encontro Mundial de Crianças e adolescentes
5 – Representação do MIDADEN junto a outros organismos
6 – Dial Mundial do MIDADEN
7 – Comemoração dos 20 anos da convenção internacional dos direitos das crianças
8 – Reestruturação do MIDADEN
9 – Conselho administrativo

Depois da apresentação desses pontos, abriu-se espaço para perguntas de esclarecimento sobre a apresentação. Logo após fomos trabalhar em grupo a fim de reagir aos tais pontos.
Depois do almoço voltamos para a assembléia para discutir ponto por ponto (foi um trabalho muito árduo e cansativo). Apareceram os primeiros grandes conflitos, momentos de tensão: entre o movimento francês e o secretariado geral (difícil de explicá-lo aqui, mas era basicamente a não aceitação do movimento francês à forma administrativa do MIDADEN) e de alguns países africanos cobrando, de imediato, a lista de entidades financiadoras do MIDADEN. Essas duas reações geraram muitos pequenos grupos (informais), que antes do jantar, podia-se ver em várias partes da casa de encontro conversando.
A noite cultural foi animada pelo Oriente Médio (Líbano e Síria). Senti o quanto o jeito de ser do MIDADEN desses países é diferente do MIDADEN da América Latina, sobretudo do MAC-Brasil. Eles dão muita importância a hierarquia, tanto religiosa como do Estado. Os jogos apresentados foram bastante competitivos, e mesmo do senso comum. Por exemplo: “quebra-braço”, a “miss e o mister” do Encontro Mundial e outros jogos de disputas.
A meia noite, quando terminou a noite cultural, os adultos da América Latina se reuniram para conversar sobre eleição. O padre Juan Carlos (o conselheiro oficial do MIDADEN) fez uma fala de 15 minutos e depois cada um de nós reflexionou algo sobre o momento de votação. Como temos Claudia e Miriam candidatas para a vice-presidência do MIDADEN, e Claudia, Miriam e Cecília para coordenação latino-americana, pedimos que conversem a sós para tentar um consenso entre elas. Depois dessa conversa entre elas, voltaremos a conversar. Essa reunião se passou em um bom clima amistoso (diferente da última eleição, em Damasco). Quanto aos demais candidatos a presidência e a vice-presidência do MIDADEN (vindo de outras regiões do mundo), achamos melhor ouvi-los e só depois sentarmos para reflexionar sobre suas candidaturas.
Estava com muito sono e acabei cochilando em alguns momentos dessa reunião das “caladas da noite”. Fomos dormir depois das 2 horas da manhã.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

DÉCIMO DIA - 20 de julho


20 de julho – DÉCIMO DIA


Todo o trabalho do dia foi para avaliar o plano de ação de Damasco (último encontro internacional na Síria) e propor novas linhas de ação.
No primeiro momento uma apresentação informativa da avaliação do plano de ação de Damasco. Em um segundo momento, fomos trabalhar em grupo: aprofundar a avaliação e os desafios para o futuro (enriquecimento da avaliação).
As 12h paramos para ir à missa na paróquia de Talagante (a igreja matriz fica ao lado da prefeitura). A missa foi bem romana (ela é universal... segue o mesmo rito), pouco tem da cultura local. Tive uma rápida participação nessa missa: no momento da saudação da paz, desejei a paz a todos em português, assim como eu outros falaram “a paz” em suas línguas de origens.
A tarde voltamos para os grupos e preparamos uma apresentação criativa sobre as discussões da avaliação do plano de ação de Damasco. Nosso grupo apresentou uma simulação de uma mesa redonda. Como eu era o único que não falava francês, encenei o “câmera” (risos).

MINHA IMPRESSÃO: faltou uma avaliação do plano de ação e da crise financeira (que impediu da realização de muitas ações propostas em Damasco), a partir da história e da sociologia, impedindo de conectar a crise do MIDADEN na problemática macro conjuntural que passa o mundo. Conversando com o padre “conciliário” (o conselheiro espiritual) dessa minha impressão, ele me falou que o MIDADEN não era um movimento político. Falei para ele que o MIDADEN não está fora do mundo, ele sofre influencia do que se passa fora da Igreja Católica. Depois de dizer isso me calei, pois, percebi que a compreensão dele é diferente da compreensão que o MAC tem da ligação FÉ e VIDA. Imaginava que, como ele morou muitos anos na Bolívia, tinha uma aproximação com as CEBs e a Teologia da Libertação. Acho que me enganei. Concluindo, o MIDADEN não consegue muito fazer uma análise sócio-política da crise que está passando. Está olhando muito a coisa de forma interna, se não é unicamente.
A noite cultural foi animada pela Europa. O movimento português se chama MAAC, e tive a oportunidade de melhor conhece-lo. A Carla, a delegada de Portuga,l estava muito graciosa com o traje típico.
Muito cansado não demorei e vim dormir, logo após que saí a festa acaba. Antes de dormir encontro o Clédson e um amigo no MSN, conversei uns dez minutos e finalmente dormi.

domingo, 20 de julho de 2008

NONO DIA - 19 de julho


19 de julho – NONO DIA

A primeira visita foi ao Parque da PAZ, um memorial as vítimas torturadas e assassinadas na ditadura de Pinochet. Triste saber e relembrar o que o ser humano pode fazer de mal com a vida de outra pessoa. É triste mas necessário ter conhecimento.
Andréia me comentou em voz baixa, dentro do memorial e quando o guia (um senhor que foi torturado nesse lugar) terminou uma explicação e íamos andar para outro lugar: “Isso é lugar para visitarmos? Só tem coisa triste”. Lhe falei: “Andréia, é preciso que todos saibam dessa triste história, para que não volta a acontecer”. Ela me perguntou “E por que eles fizeram isso?”. Tentei explicar com algumas palavras... “Porque o governo de Salvador Allender era socialista e queria diminuir as desigualdades sócio-econômicas do Chile. Isso feria os lucros e o domínio das elites chilenas e norte-americanas”. Ela me falou: “Ah...”
Antes de sairmos do parque rezamos o Pai Nosso, cada um em sua própria língua, para que no mundo os direitos humanos triunfe e não volte acontecer tais torturas em nenhuma parte do mundo.

Saindo do memorial fomos para o centro de Santiago visitar o monte Santa Luzia. É um parque com algumas construções parecidas com castelos. Fica no centro de Santiago. Lindo o lugar. Tem uma vista muito bonita e é bastante alto. Quando decemos do ônibus para irmos ao Monte Santa Luzia, recebemos uma sacola com frutas, sanduíche, biscoitos, iogurte e um suco. Tirei fotos e fiz umas pequenas filmagens.

Termino o passeio pelo parque fomos para Le Espejo (o espelho) e quando chegamos ao local que o MOANI nos esperava, tinha muitas crianças nos esperando. Cantaram umas boas vindas. Coloram em nossas roupas um “boton” de uma flor chamada copiaue, símbolo do Chile. Fizeram algumas apresentações folclóricas, nos serviram bolos e chã/café. Depois nos convidaram a participar de alguns jogos. Nos levaram para um grande salão com duas grandes mesas, onde nos servirão um pastelão e “monte com guasillo” (bebida doce e fria feita com trigo seco e cozido ameixa seco).
Voltamos para Talagante as 19h 10. Chegamos, jantamos e fui tomar banho. As 22h chegam 36 crianças e adolescentes da diocese de Concepção para jogar/brincar mais um pouco conosco. Eles estavam nos recepcionando em Le Espejos. Ensinei a brincadeira da lavadeira para eles, caí na dança com eles e ainda conversei um pouco com alguns acompanhantes e adolescentes.